Renascer
Na ausência presente de um tudo cheio de nada, um ponto saltitante insinua-se no âmago do ser.
Insensível ao movimento, ignora-o, relegando-o ao que é.
Ou que aparenta ser. Nada.
Insistente, persistente, lentamente envolvente nesse véu toldado de pó, o despertar acontece.
Serei eu, serás tu?
Que realidade impossível recrudesce?
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